Por que você veio...
quando disse que podia,
vencendo do medo
a cruel tirania.
fez doce janeiro,
trouxe alegria,
que não cabe em gavetas,
será que amaria?
sem essa mania
sem nosso bom dia
destino e ironia
a essa história pertencem.
Singelos pertences
convencem
que esse é o primeiro
de todos os outros
de todo o resto
de um novo rosto
de um amor proposto
em um tempo oposto
que começa no fim
e por nada termina
Vida que ensina
Doce rotina
Bela retina
Amor, galanteio
Que assim, sem anseio,
fez do fim, novo meio.
Por que você veio!
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