Enquanto sigo no seu barco,
Náufrago de minha alma,
Sinto seu amor e sua latência,
seu Chile, sua vivência,
seu poema, sua experiência.
Sim!
Solenemente, me tocas o coração!
Nas rimas de sua canção,
no doce de sua apreensão,
na lira de sua tensão.
No amor que cantas,
na sua hispânica melodia,
no balanço das suas ondas,
na solidão de suas ilhas,
Espelho que reflete a alma,
e que me encontro.
nesse mar, nesse amar,
nessa maré!
Enquanto segue a barcarola,
enquanto observo a sua orla,
aborto na beleza
de seu poema.
a vida
em sua poesia,
Rema!
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